Wednesday, June 28, 2006

Tuesday, June 20, 2006

Mina com um raist no peito



Aguarela sobre papel, 2006.

Thursday, June 15, 2006

Rapaz luta semi-acordado contra bestas do mar


Inspirado nas noites agitadas de que já falei em Self - paz de espírito.

Tuesday, June 13, 2006

O fosso das Fontainhas





(…) Apresentei aos colegas o gigantesco fosso e os dois crocodilos gigantes que aí habitavam (eu estava ás costas de um deles).
Já toda a gente tinha prosseguido para cima, enquanto eu e o Rodolfo continuávamos com os crocodilos. Agora o próprio Rodolfo se transformava em crocodilo, estava robusto, escamoso. Enquanto falávamos ele deita-se de barriga sobre as costas do crocodilo, por momentos deixa de me responder. Apercebi-me que ele se tinha vindo. Estava imóvel e exausto. Eu virei-o. Tinha cinco feridas na cara que deitavam sangue azul-aroxado. Olhei para a sua pila, era grande, ainda estava erecta. Ele parecia infeliz.
Tirei um lencinho de papel e comecei a limpar a esporra de cima da sua barriga. Foi um momento bonito. Entretanto falávamos das feridas, ele tinha as feito a si próprio enquanto se vinha. Lembro-me de sentir que ele estava quente, húmido, que a sua barriga escamosa era lisa como um espelho, mas mole. Deu-me muito gozo limpa-lo.
As feridas manchavam-lhe a boca, os olhos, o nariz.(…)

Sonho 13/06/2006 (Rodolfo, não leves a peito que eu também não :P)

Saturday, June 10, 2006

Lançamento do Gatafunho 3#


Dia 7 foi o lançamento do fanzine O Gatafunho 3# na escola António Arroio. São 40 páginas com trabalhos dos alunos: António Dente, Carlos Gaspar, Louise Guedes, Rui Louro, André Carvalho, Sara Alves, Bruno Alves, Augusto Pereira, Natividade, Mina Anguelova, Carlos Lima, Lucas Barbosa, Sara Belo, Rodolfo Beato, Nelson Jesus, Pedro Tavares e Tiago Alexandre.

Os 75 exemplares esgotaram no tempo recorde de 3h.

Sunday, June 04, 2006

Self - paz de espírito


Nas últimas duas noites tenho dormido muito mal, fico num estado semi-acordado tentando resolver problemas de lógica absurdos, coisas abstractas, cores, formas que me incomodam, que eu tento harmonizar e não consigo, fico a debater-me com uma imagem, com uma questão vezes sem conta, como se andasse em círculo procurando uma saída onde não há. É tão cansativo, levanto-me e a minha cabeça dói, principalmente atrás na nuca. Tenho calor no peito, frio na cintura e nos pés. Fico com vómitos. Depois vem o medo de ficar assim para sempre, de ficar maluca. Vou para o quarto da minha mãe, ainda bem que ela tem poderes curativos. Começou a exorcizar-me dos demónios. Deslizando os dedos pelo meu nariz e depois sacudindo a mão. Como se me estivesse a assoar, a livrar do entupimento que não me deixa respirar. Começava a recuperar a sanidade mental, agora era só o corpo que doía exausto. Adormeci lá prás 5. Acordei ás 9, ainda me doía o corpo.