Wednesday, June 10, 2026

Hoje na Feira do Livro - sessão de autógrafos!

A Feira do Livro de Lisboa recebe a autora e ilustradora, Mina Anguelova, para uma sessão de autógrafos de 'A Grande Aventura da Palhinha': um encontro cheio de imaginação, sorrisos e partilha.
Uma oportunidade para descobrir a autora por trás da história e levar para casa um livro assinado, pronto para continuar a aventura muito depois da feira.

Praça Laranja | Pavilhão F11 — Trinta-por-uma-linha
10 de junho
16h–17h

Aparece e leva contigo esta história que mostra que até o mais pequeno pode mudar o mundo!


Saturday, June 06, 2026

Prints e Postais

Podes comprar prints e postais de alta qualidade dos meus trabalhos.

✨ Prints em formato A4 — 2€
✨ Postais em formato A6 — 1€

Uma forma acessível de ter uma das minhas obras ou de oferecer um presente original a alguém especial.

Se estiveres interessado/a, envia-me um e-mail.

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Bonecos Artesanais

🧵 Bonecos artesanais feitos à mão 🧵

Crio bonecos únicos, feitos artesanalmente com carinho, criatividade e atenção aos mais pequenos detalhes.

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Podes ver alguns dos bonecos que já fiz aqui.

Os Livros da Minha Editora - Ribi-Ribi Studio


📚 Visitem o website da Ribi-Ribi para descobrir e comprar os nossos livros!

Encontrarão livros infantis criados por crianças, livros de arte, livros da minha autoria e muitas outras publicações cheias de criatividade e imaginação.

Se preferirem, também podem adquirir os livros diretamente através de mim. Basta enviar um e-mail para:

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Apoiem autores e projetos independentes e descubram leituras únicas para todas as idades. ✨📖


Friday, June 05, 2026

"The Art of Agata Cardoso" na mostra de curtas da Bicartes

 


A minha primeira curta - The Art of Agata Cardoso - na mostra de curtas da Bicartes no Ponto Kultural.

Obrigada por esta oportunidade!

Monday, May 11, 2026

Boneca de Trapos


Fiz esta boneca de trapos enquanto estive doente de cama. Ofereci-a à minha mãe.

Sunday, February 15, 2026

"Asas de Melão" vence concurso Toma lá 500 paus e faz uma BD!



O meu projeto sobre os meus sonhos — Asas de Melão — foi o vencedor da edição de 2026 do concurso Toma Lá 500 Paus e Faz uma BD, promovido pela Chili Com Carne 🎉

Seguem-se o anúncio, a descrição do projeto, os comentários do júri e os agradecimentos.

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Nesta edição foram submetidas 16 propostas. Após avaliação pelos cinco membros do júri, o projeto de Mina Anguelova foi escolhido por maioria, destacando-se de forma clara entre os trabalhos apresentados.

A obra deverá materializar-se num livro com cerca de cem páginas, com edição prevista para o próximo ano, muito provavelmente integrada na Coleção CCC.

Asas de Melão reúne histórias curtas inspiradas nos sonhos da autora, construindo um universo poético e surreal. Através dessas narrativas, explora temas como maternidade, trauma e questões sociais, refletindo sobre a condição humana e o nosso tempo.

O júri destacou a coragem temática e a qualidade técnica da proposta, afirmando que a autora “tem coragem de tratar temas fortes (doenças, corpo feminino, entre outros), revela elevada competência técnica e não se cristaliza num estilo”, e que o projeto “produziu impacto imediato bem acima de qualquer outro dos apresentados”.

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Agradecimentos:

Muito obrigada, Marcos, e a todos os jurados.

Estou muito feliz por acreditarem no projeto, grata pelo vosso apoio e muito motivada para concretizar esta visão com todo o amor e empenho.

Estou também muito entusiasmada com esta oportunidade de aprofundar o meu contacto com o mundo da BD e de poder desenvolver este projeto ao lado de pessoas que admiro, e que partilham a mesma paixão pela arte e pela liberdade.


Monday, December 22, 2025

Sunday, December 21, 2025

Exposição Coletiva, Pequenos Formatos, Galeria Monumental



A edição 2025 dos Pequenos Formatos está aí!
 
Nos próximos dias 19, 20 e 21 DE DEZEMBRO (sexta, sábado e domingo), a Galeria Monumental estará, de portas abertas para vos receber e eu participo com algumas obras.

Friday, December 12, 2025

Texto de sala para a exposição "Alarme" de Rudi Brito



Texto de sala para a exposição de Rudi Brito.


Sinto-me alarmada. Algo da minha vida pessoal, um sentimento de fatalidade, um destino. Ainda não tinha visto as pinturas, nem sabia o nome da exposição; por isso poderíamos tomar isto por uma coincidência. No entanto, depois de observar as pinturas, percebo que aqui o acaso é essencial.

Uma pinga de tinta saltou para ali, uma sombra projectou-se do outro lado, uma lasca ficou de pé, outra tombou. A mão moveu-se para criar com forte intenção e, ao mesmo tempo, de forma cega, conduzindo este fogo-de-artifício de acasos que assumem variados papéis neste teatro simultaneamente intimista e épico. A coincidência é a matéria-prima. É aquilo que a energia, a intenção e o destino encarnam.

Os quartos absorvem totalmente a energia dos seus ocupantes, e quando se entra no quarto de alguém é como se entrássemos não só na sua mente, mas na sua energia. Do mesmo modo, as pinturas são portas para quartos onde o espectador pode entrar. Habitamos assim a matéria — com a frustração do espírito, que se sente oprimido e retido naquele invólucro corporal, enquanto a matéria também se queixa, subjugada e possuída por espíritos parasitas.

Quando entramos, vemos quadros numa sala forrada a madeira. À primeira vista, as pinturas mostram quartos comuns — com cama, mesa e cadeiras. Mas, ao aproximarmo-nos, dando tempo ao olhar, começamos a ver entre as linhas: as paredes da galeria revelam-se pele sardenta, com a cor invertida das constelações; e, nas pinturas, surgem personagens embutidas em tudo aquilo que pareciam ser formas banais do quotidiano, mas que afinal são autênticos devaneios.

Progressivamente, diante de nós, instala-se a vertigem dos fractais e da infinita multiplicidade das imagens. Neste passeio abissal, percebemos suspeitos padrões que espreitam e se repetem numa frequência particular. Essa repetição infinita e inescapável provoca um pressentimento de cilada, fatalidade e alarme.

Talvez o mundo invertido não seja apenas um conceito para livros ou séries de terror televisivo. O mundo oculto habita estes quartos, mas permanece contido nas subtilezas do mundo comum. Já nas suas costas estão os quadros do reino invertido, onde o símbolo governa. São o outro lado da carta: o espaço dos sonhos, da noite contraposta ao dia, onde os ícones, os deuses ou os demónios se assumem e gritam os segredos outrora escondidos nas paredes.

Um pesado cálice sagrado, uma hipnótica loiça fria de prata. Destacam-se como rei e rainha, ou como dois buracos negros — tão centrais e invisíveis como dois “elefantes na sala”. As pinceladas e raspagens de luz brilham como detritos espaciais que gravitam e se precipitam de volta destas estrelas obscuras, sobre um fundo de escuridão tão vazio quanto animado.

E, ainda assim, perante esta tempestade ancestral, abismal e trágica, podemos encontrar um ponto de fuga — talvez o mesmo centro que há pouco tanto nos alarmava. E, a partir desse “olho do furacão”, observar, em silêncio, a infinita beleza, criatividade e sincronismo deste espectáculo. Olhar para as cabeças vermelhas que rolam e perceber como realçam tão perfeitamente o verde das flores e de Neptuno.